UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO IMPLANTAÇÃO DE FERRAMENTA DE SNMP PARA O SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA INFRAERO - AEROPORTO INTERNACIONAL MARECHAL RONDON - SBCY JULIAN FIGUERAS DORADO RODRIGUES CUIABÁ MT 2015

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RELÁTORIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO IMPLANTAÇÃO DE FERRAMENTA DE SNMP PARA O SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA INFRAERO - AEROPORTO INTERNACIONAL MARECHAL RONDON - SBCY JULIAN FIGUERAS DORADO RODRIGUES Relatório apresentado Instituto de Computação da Universidade Federal de Mato Grosso, para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação. CUIABÁ MT 2015

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO COORDENAÇÃO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO JULIAN FIGUERAS DORADO RODRIGUES Relatório de Estágio Supervisionado apresentado à Coordenação do Curso de Sistemas de Informação como uma das exigências para obtenção do título de Bacharel em Sistemas de Informação da Universidade Federal de Mato Grosso Aprovado por: Prof. Nilton Hideki Takagi Instituto de Computação (Coordenador de Estágios) Prof. Dr. Roberto Benedito de Oliveira Pereira Instituto de Computação (ORIENTADOR) Mário Márcio de França Tecnólogo em Redes de Computadores (SUPERVISOR) Prof. Dr. Luís Cézar Darienzo Alves Intituto de Computação (PROFESSOR CONVIDADO)

4 DEDICATÓRIA A Deus graças pela possibilidade desse grande aprendizado. À Antonielly e Letícia pelo apoio nessa etapa tão importante em minha vida.

5 AGRADECIMENTOS Agradeço à Deus por tudo, em especial pela realização desse estágio supervisionado, de suma importância dentro deste curso de Graduação em Sistemas de Informação. Agradeço à minha família, minhas amadas esposa Antonielly e minha filha Letícia, por estarem sempre ao meu lado, sendo meu porto seguro. É por vocês que estou aqui. Agradeço à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária pela oportunidade de realizar o estágio em suas dependências, nas pessoas do. Gerente Comercial e de Logística de Carga Sr. Alexsander Leonardo Xavier: que permitiu o estágio durante o horário de expediente; Encarregado de Atividades de Logística de Carga Sr. Oéd Ferraz de Souza, meu chefe imediato, que me liberou para que pudesse fazer o estágio, mesmo sabendo que isso desfalcaria a equipe, sem esse esforço meu estágio não seria possível, meus mais profundos agradecimentos e Encarregado de Atividades de Tecnologia da Informação Sr. Bruno Alvarenga Teixeira, pela oportunidade desse aprendizado, principalmente pela liberdade necessária para que eu pudesse acessar os equipamentos e realizar os procedimentos intrínsecos ao estágio. Agradeço também à Mario Márcio de Franca e Sandro Barros Siqueira pela paciência e apoio nesse estágio supervisionado. Agradeço também as pessoas de Weinne Willan Moreira Santos e Thais Fernanda Bueno da Silva que me acompanharam nessa jornada, pela amizade e companheirismo, que não me deixaram esmorecer diante das dificuldades. Agradeço ao professor Roberto Benedito de Oliveira Pereira pela paciência e incentivo, pela presteza em que me auxiliou nessa etapa. A todos que me auxiliaram, os meus mais profundos agradecimentos.

6 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS... 7 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS... 8 RESUMO REVISÃO DE LITERATURA REDES DE COMPUTADORES MODELO OSI CAMADA DE APLICAÇÃO PROTOCOLOS PROTOCOLO SNMP CABEAMENTO ESTRUTURADO MATERIAS, TÉCNICAS E MÉTODOS LOCAL DE ESTUDO INFRAESTRUTURA SERVIDOR CONFIGURAÇÃO DE SERVIDOR REDES A SEREM MONITORADAS PELO SERVIDOR LEVANTAMENTO DE REQUISITOS SOLUÇÕES CONFIGURAÇÕES DOS HOSTS NO NAGIOS RESULTADOS THE DUDE NAGIOS PREPARAÇÃO DO AMBIENTE CONFIGURANDO O NAGIOS DIFICULDADES ENCONTRADAS DIFICULDADES NA CONFIGURAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL DIFICULDADES COM THE DUDE DIFICULDADES COM NAGIOS CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES E/OU ANEXOS... 52

7 7 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 UMA REDE COM DOIS CLIENTES E UM SERVIDOR (TANENBAUM, 2003) FIGURA 2: ILUSTRA AS CAMADAS DE REDES. (TANENBAUM, 2003) FIGURA 3: ILUSTRA COMPARAÇÃO ENTRE PROTOCOLOS HUMANOS E DE COMPUTADORES (KUROSE E ROSS, 2006) FIGURA 4: PORTA DA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES FIGURA 5: ALGUNS PATCH PANELS DA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES FIGURA 6: OS TRÊS RACKS DA SALA DE TELECOMUNICAÇÕES FIGURA 7: AS SALAS DE SERVIDOR 1 E SERVIDOR FIGURA 8: IMAGEM DO SERVIDOR UTILIZADO PARA A EXECUÇÃO DO ESTÁGIO FIGURA 9: ILUSTRA DIFERENÇAS DAS VERSÕES DO NAGIOS. (NAGIOS ENTERPRISES, 2014) FIGURA 10: EXEMPLO DE IDENTIFICAÇÃO DAS CÂMERAS DO STVV NO SISTEMA DIGIFORT FIGURA 11: CONFIGURAÇÃO DOS HOSTS COMPARANDO COM A PLANILHA FIGURA 12: PLANILHA E ARQUIVO DE HOSTGROUP FIGURA 13: EXIBIÇÃO DO THE DUDE FIGURA 14: GERENCIADOR DO SERVIDOR COM O RECURSO HYPER-V FIGURA 15: GERENCIADOR DO HYPER-V JÁ COM A MÁQUINA VIRTUAL INSTALADA FIGURA 16: COMUTADORES DE REDE VIRTUAL FIGURA 17: PLACAS DE REDE VIRTUAIS FIGURA 18: VERIFICAÇÃO DAS CONEXÕES DE REDE DO SERVIDOR FIGURA 19: LOGOTIPO DA INFRAERO NA INTERFACE WEB DO NAGIOS FIGURA 20: DIRETÓRIOS DOS ARQUIVOS DE HOSTGROUPS FIGURA 21: DIRETÓRIO SIMOVE E SEUS ARQUIVOS DE HOSTGROUPS FIGURA 22: STVV E SEUS ARQUIVOS DE HOSTGROUPS FIGURA 23: CONFIGURAÇÃO DE DIRETÓRIOS NO NAGIOS - SIMOVE FIGURA 24: CONFIGURAÇÃO DE DIRETÓRIOS NO NAGIOS - STVV FIGURA 25: EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO DE HOSTGROUPS DO STVV DENTRO DO ARQUIVO TEMPLATES.CFG FIGURA 26: EXEMPLO DE CONFIGURAÇÃO DE HOSTGROUPS DO SIMOVE DENTRO DO ARQUIVO TEMPLATES.CFG FIGURA 27: CONFIGURAÇÃO DE HOST FIGURA 28: DEFINIÇÃO DE HOSTGROUP FIGURA 29: DEFINIÇÃO DE SERVIÇO FIGURA 30: TELA DO PROGRAMA PUTTY COM O COMANDO DE VERIFICAÇÃO DE ERRO DO NAGIOS E COMANDOS DE REINICIALIZAÇÃO DE SERVIÇOS FIGURA 31: MONITORAMENTO DO NAGIOS FIGURA 32: TELA INICIAL COM VISÃO GERAL DE MONITORAMENTO TÁTICO (TACTICAL MONITORING OVERVIEW) FIGURA 33: MENU DE VISUALIZAÇÃO DE MONITORAMENTO FIGURA 34: MENU: DETALHE DE HOST - HOST DETAIL FIGURA 35: INFORMAÇÃO DETALHADA DO HOST FIGURA 36: EXIBINDO DETALHE DE SERVIÇO - SERVICE DETAIL FIGURA 37: VISÃO GERAL DO HOSTGROUP OVERVIEW - ZOOM MÍNIMO PARA EXIBIR O MÁXIMO DE HOSTGROUPS POSSÍVEIS FIGURA 38: VISÃO MAIS DETALHADA DO HOSTGROUP OVERVIEW

8 8 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS ABNT CPU Infraero RAM SBCY SICOA SIMOVE SISO Associação Brasileira de Normas Técnicas Central Processing Unit Unidade Central de Processamento Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária Memória de Acesso Randômico Aeroporto Internacional Marechal Rondon Sistema de Identificação e Controle de Acesso Sistema de Monitoramento de Veículos, Equipamentos, Paletes e Cargas Sistema Integrado de Soluções Operacionais SISPONTO Sistema de Ponto SIV SNMP STVV TECA TECAPlus ISO OSI Sistema de informação de Voos Protocolo Simples de Gerenciamento de Rede Sistema de Televisão e Vigilância Terminal de Carga Aérea Sistema de Gerenciamento de Cargas do TECA Internacional Standards Organization Open Systems Interconnection

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10 10 RESUMO O estágio supervisionado foi realizado na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, localizada no Aeroporto Internacional Marechal Rondon situado na Avenida Governador João Ponce de Arruda, Bairro Jardim Aeroporto, Várzea Grande MT. Para execução desse estágio, fez-se necessário a criação de etapas para uma melhor estruturação, etapas essas que são compostas por: Levantamento Bibliográfico; Levantamento de Requisitos; Selecionar as ferramentas de acordo com os requisitos; Configuração da Máquina a ser configurada para o SNMP; Implantação das ferramentas SNMP e Testes de funcionalidades. Dessa forma, o estágio foi realizado nas dependências do setor de Tecnologia de Informação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, acessando-se remotamente ou localmente (na sala de servidor) a máquina onde propõe-se instalar e configurar o SNMP. Como parte do embasamento teórico, foi realizada a revisão bibliográfica, verificando conteúdo acadêmico para fundamentar a aplicação prática. Para entender o problema foi realizado um levantamento de requisitos para verificar as necessidades e atuação da ferramenta, e com isso ver qual sistema atendia a problemática definida. Configurou-se a máquina hospedeira para o SNMP, como instalação de cabos nas interfaces ethernets e conexão nos switchs nas portas onde configurou-se cada VLAN. Foi instalado na máquina selecionada duas ferramentas de SNMP e executamos testes, a primeira, o The Dude, mostrou-se inviável, escolheu-se então o Nagios. Testou-se tanto no The Dude, quanto no Nagios para verificação os procedimentos de configuração, processo de instalação e recursos disponíveis. Mediante as necessidades da INFRAERO entendo que o Nagios atende melhor à necessidade de monitoramento das redes SIMOVE e STVV. Finalizou-se o estágio com a exibição de resultados da instalação e testes da ferramenta, alcançando assim, o objetivo proposto deste estágio.

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12 12 INTRODUÇÃO A Infraero, Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, é responsável pela infraestrutura dos aeroportos estatais em todo o país. Essa é uma grande responsabilidade pois inclui desde a manutenção da pista de pouso, manutenção de equipamentos utilizados nas operações aeroportuárias (Viaturas de apoio, ambulâncias, Ambulift, ente outros), até infraestrutura de rede, tecnologia da informação, dispositivos conectados na rede. Na área de tecnologia da informação divide-se em duas frentes de trabalho: Interna e Externa. Na externa, atende aos concessionários e empresas terceirizadas que atuam no aeroporto, sendo responsável pela infraestrutura de rede, provendo por meio de cabeamento estruturado pontos de rede que podem ser utilizados para dados e voz; na interna, atende a todos os dispositivos da Infraero, bem como a parte da telefonia. A rede da Infraero conta com diversos dispositivos para inúmeras funções, relógios de registro de ponto, que são interligados ao Sistema de Ponto (SISPONTO); também conta com equipamentos de Sistemas de Informações de Voo SIV (monitores simples) e Vídeo-Wall, que são um computador com vários monitores, formando um painel; conta com diversas câmeras que compõe o STVV, bem como o servidor de armazenamento deste sistema; os diversos servidores; impressoras do contrato outsourcing; dentre outros equipamentos críticos. Tais equipamentos necessitam de um monitoramento em tempo real, para que interrupções de funcionamento sejam detectadas e os problemas corrigidos com maior rapidez. O protocolo SNMP auxilia nesse monitoramento, pois com ferramentas baseadas nele é possível monitorar dispositivos em rede em tempo real, inclusive podendo adquirir informações sobre tempo ligado, uso de processador, memória, armazenamento, entre outras informações em servidores. Por meio de ping, a ferramenta desse protocolo pode verificar se o equipamento está ligado e respondendo. Logo, como esse protocolo pode ser utilizado para o monitoramento da rede da INFRAERO a fim de prestar um serviço de melhor qualidade e tentar mantar ao

13 13 máximo a disponibilidade dos serviços providos por essa rede, o objetivo geral do estágio foi realizar a instalação e configuração de um sistema para monitoramento de ativos em redes, bem como controle de banda, evidenciando a aplicação de conhecimentos adquiridos ao longo desta graduação em Sistema de Informação. Para isso os objetivos específicos para a realização deste estágio são: Realizar um levantamento Bibliográfico; Fazer um levantamento de Requisitos; Selecionar as ferramentas de acordo com os requisitos; Configurar um servidor a ser configurada para o SNMP; Implantar as ferramentas SNMP; Realizar testes de funcionalidades. A partir desta, este trabalho está organizado da seguinte forma: no Capítulo 1 é apresentada a revisão de literatura com as definições de conceitos de rede, camadas e protocolos, aprofundando mais na Camada de Aplicação em que encontrase o Protocolo SNMP, tema deste estágio; no Capítulo 2 são apresentados os materiais, técnicas e métodos utilizados na realização deste trabalho, tais como: infraestrutura de rede, equipamentos utilizados e técnicas de implantação da ferramenta utilizada, no Capítulo 3 são apresentados os resultados atingidos e no Capítulo 4 são apresentadas as dificuldades encontras no decorrer deste trabalho. Por fim, no Capítulo 5 é apresentada a conclusão obtida e no Capítulo 6 as referências bibliográficas utilizadas como apoio a este trabalho.

14 14 1. REVISÃO DE LITERATURA 1.1 REDES DE COMPUTADORES Com o avanço da tecnologia, Kurose e Ross (2006) relatam que a cada dia, mais e mais dispositivos são conectados à rede mundial de computadores, conforme pode ser visto por meio de sua transcrição abaixo. De browsers Web de telefones celulares a cafés que oferecem acesso sem fio à Internet, de redes domésticas com acesso de banda larga e infraestrutura tradicionais de TI em ambientes de trabalho com PCs interligados em rede, carros em rede, redes de sensores ambientais, Internet interplanetária quando achamos que as redes de computadores já estão praticamente presentes em toda parte, novas aplicações começam a ser desenvolvidas para ampliar ainda mais os alcances das redes hoje! (...) (Kurose e Ross, 2006) Hoje a Internet, disponível na maioria dos lares, segundo Kurose e Ross (2006) são classificadas como Internet Pública, contudo diferenciando das redes privadas, mesmo que elas utilizem o mesmo protocolo. Essas redes, onde os diversos dispositivos conectados comunicam-se entre si, criando assim, uma rede de maior, chamado Internet, conforme será visto adiante. A Internet pública (...) é a rede a que normalmente nos referimos como a Internet. Também há muitas redes privadas, tais como redes corporativas e governamentais, cujos hospedeiros não podem trocar mensagens com hospedeiros que estão fora da rede privada (a menos que as mensagens passem por dispositivos denominados firewalls, que restringem o fluxo de mensagens para dentro e para fora da rede). Essas redes privadas são frequentemente denominadas intranets, pois usam o mesmo tipo de hospedeiros, roteadores, enlaces e protocolos da Internet pública. (Kurose e Ross, 2006) Essa rede possibilita que vários recursos possam ser compartilhados, onde uma máquina cliente pode acessar um banco de dados estando instalado em uma máquina servidora remota, possibilitando assim que computadores em locais

15 15 diferentes, possam acessar uma mesma rede para transmissão de dados e troca de informação, para diferentes fins. No mais simples dos termos, é possível imaginar que o sistema de informações de uma empresa consiste em um ou mais banco de dados e em algum número de funcionários que precisam acessá-los remotamente. Nesse modelo, os dados são armazenados em poderosos computadores chamados servidores. Com frequência essas máquinas são instaladas e mantidas em um local central por um administrador de sistemas. Em contraste os funcionários têm em suas escrivaninhas máquinas mais simples chamadas clientes, com as quais eles acessam dados remotos, por exemplo, para incluir em planilhas eletrônicas que estão elaborando. (...) As máquinas clientes e servidores são conectadas entre si por uma rede, como ilustra a Figura 1 1. (Tanenbaum, 2003) Figura 1 Uma rede com dois clientes e um servidor (Tanenbaum, 2003) Para isso, foi definido uma padronização por meio de um modelo de referência para que todos os fabricantes e desenvolvedores pudessem seguir as mesmas regras e conceitos, e esse modelo é o OSI, que será abordado no próximo tópico. 1.2 Modelo OSI Para que se tenha uma padronização nos protocolos nas camadas em uma rede, fez-se necessário a criação do modelo OSI (Figura 2). Esse modelo, segundo Tanenbaum (2003) baseia-se numa proposta desenvolvida pela organização ISO, como uma tentativa de padronização internacional dos protocolos utilizados nas 1 No texto de Tanenbaum essa figura é apresentada como 1.1.

16 16 diversas camadas. O chamado Modelo de Referência ISO-OSI trata da interconexão de sistemas abertos, que se comunicam com outros sistemas, por motivos de praticidade é abreviado para Modelo OSI. O modelo OSI tem sete camadas, identificadas na Figura 2: Figura 2: Ilustra as camadas de redes. (Tanenbaum, 2003) Este trabalho é focado no protocolo SNMP e por isso o enfoque dele será na 7 camada, que é a de aplicação, pois o mesmo está estruturado nessa camada, a qual será vista adiante CAMADA DE APLICAÇÃO O tema desse trabalho encontra-se na camada de Aplicação, que segundo Kurose e Ross (2006) a razão de ser de uma rede de computadores são as aplicações de rede, os protocolos de rede são projetados para suportarem as aplicações, nos últimos 35 anos diversas aplicações de rede foram criadas, entre elas estão aplicações de texto clássicas, que na década de 80 tornaram-se populares, tais como correio eletrônico, acesso a computadores remotos e transferência de arquivos. Entre elas estão as aplicações clássicas de texto, que se tornaram populares na década de 1980: correio eletrônico, grupos de discussão, bate papo, acesso a

17 17 computadores remotos, transferência de arquivo, e também uma aplicação que alcançou estrondoso sucesso em meados da década de 80: a Web. Existem inúmeras aplicações multimídia, por exemplo o vídeo em tempo real, videoconferência, telefonia por Internet e videoconferência. Outras duas aplicações alcançaram grande fama, sendo elas, mensagem instantânea e compartilhamento não hierárquico de arquivos (peer-to-peer P2P). Para que as diversas aplicações pudessem se comunicar, criou-se o chamado protocolo, o qual será vista logo adiante. 1.3 PROTOCOLOS Um protocolo é um conjunto de regras que definem como um dado pode ser transmitido, Kurose e Ross (2006) explicam o conceito de protocolo por meio de analogias, como em um diálogo, onde uma pessoa pergunta as horas a outrem (Figura 3): Figura 3: ilustra comparação entre protocolos humanos e de computadores (Kurose e Ross, 2006) O protocolo de Camada de aplicação define como os processos de uma aplicação em sistemas finais diferentes passam mensagem entre si, dessa forma um protocolo de camada de aplicação define (Kurose e Ross,2006): Os tipos de mensagens trocadas, por exemplo, de requisição e de resposta; A sintaxe dos vários tipos de mensagens, tais como os campos da mensagem e como os campos são delineados;

18 18 A semântica dos campos, isto é, o significado das informações nos campos; Regras para determinar quando e como um processo envia mensagens e reponde mensagens PROTOCOLO SNMP O protocolo em específico que se baseia o objetivo deste trabalho é o SNMP conforme será vista abaixo. Apesar do que o nome SNMP (protocolo simples de gerenciamento de rede) sugere, o gerenciamento de rede na internet é mais do que apenas um protocolo para transporte de dados de gerenciamento entre uma entidade gerenciadora e seus agentes, dessa forma o SNMP é mais complexo que seu nome sugere. (Kurose e Ross, 2006) O SNMP foi herdado da (Internet Standart Managment Framework) e remonta ao SGMP (Simple Gateway Monitoring Protocol protocolo de monitoramento de gateway simples). O protocolo SGMP permitiu que projetassem o SNMP rapidamente. O SNMP está atualmente na sua versão SNMPv3, tendo SNMPv1 e SNMPv2 como antecessores. (Kurose e Ross, 2006) Quando se trata de gerenciamento de rede, deve-se questionar alguns pontos, entre eles (Kurose e Ross, 2006): O que está sendo monitorado (de um ponto de vista semântico)? E que tipo de controle pode ser exercido pelo administrador de rede? Qual é o modelo específico das informações que serão relatadas e/ou trocadas? Qual é o protocolo de comunicação para trocar essas informações? A estrutura de gerenciamento padrão da Internet é constituída de quatro partes (Kurose e Ross, 2006): Definições dos objetos de gerenciamento de rede, conhecidos como objetos MIB. Na Estrutura de Gerenciamento de Rede da Internet, as informações de gerenciamento são representadas como uma coletânea de objetos gerenciados que, juntos, formam um banco virtual de informações virtuais conhecido como MIB. Um objeto MIB pode ser um contador, tal como um número de datagramas IP descartados em um roteador devido a

19 19 erros em cabeçalhos de datagramas IP ou o número de erros de detecção de portadora em uma placa de interface Ethernet; um conjunto de informações descritivas, como a versão do software que está sendo executado em um servidor DNS; informações de estado, como se um determinado dispositivo está funcionando corretamente; ou informações específicas sobre protocolos, como um caminho de roteamento até um destino. Assim, os objetos MIB definem as informações de gerenciamento mantidas por um dispositivo gerenciado. Objetos MIB relacionados são reunidos em módulos MIB. Em nossa analogia com uma organização humana, a MIB define informação transportada entre a filial e a sede. Uma linguagem de definição de dados, conhecida como SMI (Structure of Management Information Estrutura de Informação de Gerenciamento), que define os tipos de dados, um modelo de objeto e regras para escrever e revisar informações de gerenciamento. Objetos MIB são especificados nessa linguagem de definição de dados. Em nossa analogia humana, a SMI é usada para definir os detalhes do formato das informações que serão trocadas. Um protocolo, SNMP, para transmitir informações e comandos entre uma entidade gerenciadora e um agente que os executa em nome da entidade dentro de um dispositivo de rede gerenciado. Capacidades de segurança e de administração. A adição dessas capacidades representa o aprimoramento mais importante do SNMPv3 em comparação com o SNMPv2. Auxiliando o gerenciamento de redes, sua arquitetura é modular, o que a tornou melhor aplicável, com uma linguagem de definição de dados, assim como de MIB independente de protocolo e um protocolo independente de MIB, essa arquitetura modular foi inicialmente criada para facilitar a transição de um gerenciamento de rede baseado no protocolo SNMP. A modularidade desse protocolo permitiu que ele evoluísse diante das suas três revisões. (Kurose e Ross, 2006) 1.4 CABEAMENTO ESTRUTURADO O Aeroporto de Cuiabá (SBCY) segue as normas propostas pelo método e padrões definidos para Cabeamento Estruturado, conforme Marin (2010): Cabeamento estruturado é um sistema que envolve cabos e hardware de conexão (conforme definidos em normas), capaz de atender às necessidades de telecomunicações e TI dos usuários de edifícios comerciais. Um sistema de cabeamento estruturado deve

20 20 ser projetado de modo que em cada área de trabalho qualquer serviço de telecomunicações ou TI possa ser entregue a qualquer usuário da rede em todo o edifício (ou edifícios). Em um sistema de cabeamento estruturado, cada tomada instalada em uma área de trabalho é uma tomada de telecomunicações e pode ser usada para qualquer aplicação disponível na rede indistintamente. Em cabeamento estruturado não há tomadas especificas para voz e para dados. Dependendo das posições em que são conectados os patch cords nos distribuidores de piso, uma tomada usada para voz pode ser facilmente remanejada para um serviço de dados e vice-versa. Muitos profissionais confundem o conceito de cabeamento estruturado e por isso vendem instalações ditas estruturadas, porém não passam de sistemas independentes e isolados. (Marin, 2010) Os cabos utilizados no cabeamento estruturado são distinguidos por Classe, cada classe trabalha com uma frequência diferente. A classe utilizada em pequenas redes corporativas e redes domésticas é a 5E, enquanto que no cabeamento estruturado utiliza-se geralmente, a classe 6. Os parâmetros dos sistemas de cabeamento Categoria 6/Classe E (250MHz). Categoria 6 Aumentada/Classe E Aumentada (500MHz). Categoria 7/Classe F (600MHz) e Categoria 7 Aumentada/Classe F Aumentada (em desenvolvimento) existem para atender futuras aplicações que requeiram larguras de banda superiores ou necessitem de sistemas de cabeamento capazes de oferecer canais livres de ruídos e com baixos níveis de interferência eletromagnética. Sistemas Cat. 6ª, Cat. 7 e Cat. 7! São ótimas opções para ambientes com altos níveis de ruídos. Se você precisa compartilhar serviços de natureza distintas em um mesmo cabo de pares trançados dê preferência aos sistemas Cat.7 e Cat. 7ª. Se o projeto é para cabear um data center, prefira Cat. 6ª blindados. O desenvolvimento recente do 10GBASE-T (10 Gigabit Ethernet) obrigou os grupos de padronização de cabeamento a formularem requisitos de largura de banda adicionais de cabos. Como resultado, houve o desenvolvimento da Categoria 6ª para cabos e hardware de conexão. A demanda por aplicações cada vez mais rápidas é um processo contínuo e atualmente as aplicações cada vez mais rápidas é um processo contínuo e atualmente as aplicações a 40 Gigabits/s estão sendo testadas. (Marin, 2010) Conforme Marin (2010), o Cabeamento estruturado é dividido em subsistemas, sendo eles: Cabeamento horizontal

21 21 Cabeamento de backbone (dividido em backbone de campus e backbone de edifício) Área de Trabalho Salas de Comunicações Sala de Equipamentos Infraestrutura de entrada Ainda conforme Marin (2010) existem vários padrões (americano, australiano, brasileiro, internacional, etc.) a terminologia pode não ser a mesma, apesar de que em sua grande maioria os termos são coincidentes.

22 22 2. MATERIAS, TÉCNICAS E MÉTODOS 2.1 LOCAL DE ESTUDO O estágio supervisionado foi realizado na Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, localizada no Aeroporto Internacional Marechal Rondon situado na Avenida Governador João Ponce de Arruda, Bairro Jardim Aeroporto, Várzea Grande MT INFRAESTRUTURA A Infraestrutura de rede é composta por cabeamento estruturado. A topologia de rede utilizada é o formato de estrela estendida, onde o nó central fica no prédio administrativo e nos prédios adjacentes ficam os distribuidores de edifício e distribuidores de piso. A sala de telecomunicações (Figura 4) é composta por três racks apresentado nas Figura 5 e Figura 6, onde faz-se a distribuição da rede. Na Infraero tal sala é chamada de Sala Técnica telemática.

23 23 Figura 4: Porta da Sala de Telecomunicações Figura 5: Alguns Patch panels da sala de telecomunicações. Figura 6: Os três racks da sala de telecomunicações

24 24 O servidor utilizado para configurar o SNMP encontra-se na sala de equipamentos, aqui identificada como salas de Servidor 1 e Servidor 2. Conforme vê-se na Figura 7 a sala é protegida por leitura biométrica e vigiada por STVV. Figura 7: As salas de Servidor 1 e Servidor SERVIDOR O Servidor encontra-se na sala Servidor 1, é um HP ProLiant DL380p Gen8 Com processador Intel Xeon CPU E5-2660, com 32 GB de Memória RAM, com disco rígido com 320 GB de capacidade de armazenamento. O sistema Operacional é o Windows Server Figura 8: Imagem do servidor utilizado para a execução do estágio. 2 2

25 CONFIGURAÇÃO DE SERVIDOR Após a definição do sistema operacional Debian onde a ferramenta Nagios será utilizada, fez-se necessário a configuração da máquina host para criação da máquina virtual, para tanto habilitou-se o recurso HYPER-V do Windows Server e criou-se uma máquina virtual, considerando a necessidade de processamento e memória de acesso randômico (RAM), esta tem 6GB de memória RAM e um disco virtual de 127 GB de armazenamento REDES A SEREM MONITORADAS PELO SERVIDOR O Servidor tem 4 interfaces ethernet de 1Gb, onde utiliza-se 3 delas para monitoramento, sendo elas: Porta 1: VLAN 10, Infraero /20; Porta 2: VLAN 100, SIMOVE /24; Porta 3: VLAN 1010, STVV /22. Cada VLAN compreende algumas sub-redes, VLAN Infraero, como: Gateway; Servidores; Impressoras e Switchs; Workstation; SIV; Video-Wall e TI. Na VLAN SIMOVE está uma Sub-rede e na VLAN STVV encontram-se três sub-redes: Dessa forma, considerando que a rede INFRAERO já é monitorada pelo Nagios, implementou-se um outro servidor Nagios para monitoramento das VLANs SIMOVE e STVV. Ficando assim dois servidores Nagios. Vale ressaltar que os switches tanto do SIMOVE quanto do STVV encontram-se na VLAN INFRAERO, o que obrigou o servidor a também ter uma interface de rede nessa VLAN. 2.2 LEVANTAMENTO DE REQUISITOS

26 26 O levantamento de requisitos foi realizado por meio de uma entrevista informal com o Senhor Bruno Alvarenga Teixeira, Encarregado de Atividade de Tecnologia da Informação, onde o mesmo explicitou as necessidades: É necessário que se faça um monitoramento de ativos na rede, para que o atendimento seja imediato. Esse levantamento é realizado em sistemas críticos (que não podem ser interrompidos), como o SIMOVE e o STVV. Foram apresentadas também algumas restrições: O servidor não poderia ser formatado, perdendo a licença original, deveria seguir a política de rede da Infraero e não poderia sobrecarrega-la, a empresa não adquirá nenhuma ferramenta para isso, devendo-se utilizar software livres SOLUÇÕES Após discutirmos as necessidades, foi realizado um levantamento de ferramentas/ sistemas que potencialmente poderiam solucionar tais necessidades. Dentre as ferramentas para o controle de ativos, encontramos The Dude e Nagios. Nesse contexto o The Dude mostrou-se melhor aplicável, pois rodava em ambiente Windows, então o mesmo foi instalado e começamos os testes, conforme explicado no Resultados, o The Dude não se adequou, sendo então definido o Nagios. O Nagios é uma ferramenta distribuída na versão paga e grátis. A versão paga é completa, já sendo instalada em um disco virtual com sistema operacional CentOS 6, disponibilizado no próprio site 3. O próprio sítio (Figura 9) oferece uma versão no Nagios grátis para Linux, utilizamos esta versão rodando em uma máquina virtual. 3

27 27 Figura 9: Ilustra diferenças das versões do Nagios. (Nagios Enterprises, 2014) Definido a ferramenta Nagios versão para Linux, definiu-se que a distribuição Debian 4 encaixar-se-ia melhor para a configuração. A instalação foi feita conforme Anexo CONFIGURAÇÕES DOS HOSTS NO NAGIOS A configuração do Nagios é feita incluindo em arquivos com extensão.cfg, dessa forma, utilizamos o programa SSH Secure File Transfer Client 5 para ter acesso remotamente aos arquivos de configuração do Nagios. Para edição utilizei o aplicativo Notepad++ 6, que é um editor de texto com notação voltada para programação, para auxiliar na indentação dos arquivos. 4 (Debian - Software in the Public Interest, 2014) 5 (SSH Communications Security Corp)

28 28 Para comandos dentro do Linux utilizei o programa PuTTY 7 para emitir comandos, tais como reiniciar serviços e compilar os arquivos de configuração. Foi definido que os hosts que não fossem servidores (sub-rede 17) e switchs (sub-rede 18) seriam monitorados, para tanto, foi disponibilizado pelo encarregado duas planilhas (uma para o SIMOVE, outra para o STVV) contendo a identificação dos equipamentos, como nome, ip, local, entre outros dados 8. Como as câmeras do STVV são separadas fisicamente por locais, na documentação também foram separadas dessa forma. Dito isso, o Nagios permite que se crie hostgroups, que são basicamente agrupamentos de hosts, a identificação desde ficou na forma de sigla utilizada anteriormente no sistema (Figura 10). Figura 10: Exemplo de identificação das câmeras do STVV no sistema Digifort 9 Para um melhor monitoramento, o Nagios deve respeitar essa documentação, então criou-se os 19 hostgroups com base na localização conforme: Teca Nacional - TECANACIONAL Seção Contra Incêndio - SCI Terminal de Aviação Geral 1 - TAG1 Link ao Vivo - LAV 6 (Notepad++ team) 7 (Tathan) 8 Por motivos de segurança não pude incluir neste relatório as referidas planilhas. 9 Sistema Digifort é o sistema utilizado no STVV para exibição, gravação, gerenciamento de imagens entre outros. Digifort Enterprise Surveillance Client - versão

29 29 Manutenção - MNT Teca Internacional - TIL Via de Acesso aos Hangares - VAH Terminal de Aviação Geral 2 - tag2 Hangaretes - HGS Central de utilidades - CUT Postes de Iluminação do Pátio - PIP Postes Cerca Operacional - PCO Terminal de Passageiros - TPS Administração - ADM Castelo Principal - CPL Estação de Tratamento de Esgoto - ETE Terminal de Passageiros - Térreo - TPS-TER Terminal de Passageiros - Superior - TPS-SUP Terminal de Passageiros - Cobertura - TPS-COB Os equipamentos do SIMOVE também obedeciam esse critério sendo separados em 8 hostgroups: PÁTIO - SIMOVE-PATIO ÁREA 2 - SIMOVE-AREA2 ÁREA 3 - SIMOVE-AREA3 CERCA OPERACIONAL - SIMOVE-CERC-OP ARQUIVO LIMITE NORTE - SIMOVE-NORTE PORTÃO A - SIMOVE-PORTAO-A TECA NACIONAL - SIMOVE-TNL TECA INTERNACIONAL - SIMOVE-TECAINTERNACIONAL Para evitar problemas com endereçamento e identificação errados eu utilizava a planilha aberta junto do Notepad++ para realizar a verificação enquanto fazia a inclusão conforme Figura 11 e Figura 12.

30 30 Figura 11: Configuração dos hosts comparando com a planilha Figura 12: Planilha e arquivo de hostgroup. A inclusão dos arquivos no diretório do Nagios foi realizada por meio do programa SSH File Transfer Client, conforme exibido nos resultados. Com o Nagios configurado e os hosts inseridos, vamos agora ao resultado.

31 31 3. RESULTADOS 3.1 THE DUDE O The Dude é uma ferramenta que permite o SNMP inclusive em máquinas clientes, fazendo uma varredura de todos os equipamentos em rede. Porém ao escolher uma determinada sub-rede para que ele fazer a varredura, o sistema verificava todas as sub-redes, ao verificar em fóruns e sites, alguns afirmaram que a varredura automática era imprecisa, e a melhor solução era inserir manualmente os dispositivos da rede no sistema. Considerando que o Nagios já estava sendo utilizado para gerenciar a rede Infraero, e que o The Dude (Figura 13) não mostrou-se tão ágil quanto imaginávamos, passamos então ao Nagios. Figura 13: Exibição do The Dude.

32 NAGIOS PREPARAÇÃO DO AMBIENTE Para preparar o ambiente do servidor, foi configurado no Windows Server 2012 o recurso de Hyper-V (Figura 14). Figura 14: Gerenciador do Servidor com o recurso Hyper-V O próprio recurso acessou a imagem digital do disco de instalação do Debian 7.7 e foi instalado na máquina virtual (Figura 15). Figura 15: Gerenciador do Hyper-V já com a máquina virtual instalada

33 33 Após a instalação utilizou-se o comando apt-get update para atualização dos repositórios do sistema, foi feito também a criação de comutadores de rede (Figura 16), onde fez-se uma ponte entre as placas de rede virtuais e as placas de rede física, após a criação dos comutadores, fez-se a inclusão de placas de redes virtuais na máquina virtual onde rodará o Nagios. Dessa forma, primeiro cria-se os comutadores e após isso na máquina virtual cria-se placas de redes virtuais que utilizarão esses comutadores, para que o Nagios na máquina virtual possa acessar a rede física e assim poder realizar o monitoramento (Figura 17). Figura 16: Comutadores de Rede Virtual

34 34 Figura 17: Placas de Rede Virtuais Acessando a máquina virtual via SSH, utilizou-se o comando route e verificar as conexões do servidor (Figura 18): Figura 18: Verificação das conexões de rede do servidor.

35 35 Anexo 1. Após isso foi instalado o sistema Nagios nesta máquina virtual, conforme CONFIGURANDO O NAGIOS Após a instalação foi realizada a configuração das imagens no diretório shared onde fica a interface gráfica do Nagios, por meio de web, para que na interface web do Nagios exibisse o logo da Infraero, conforme Figura 19Figura 19: Logotipo da Infraero na interface web do Nagios: Figura 19: Logotipo da Infraero na interface web do Nagios Realizei a configuração em todos os 27 arquivos de hostgroups, destes sendo 451 hosts do STVV e 74 do SIMOVE. Para se criar esses hostgroups era necessário criar um arquivo para cada hostgroup com as configurações que será vista adiante. Por uma questão de organização criei dois diretórios (Figura 20) para salvar os arquivos dos hostgroups, um com o nome simove (Figura 21) e outro com nome stvv (Figura 22).

36 36 Figura 20: Diretórios dos arquivos de hostgroups Figura 21: diretório SIMOVE e seus arquivos de hostgroups

37 37 Figura 22: STVV e seus arquivos de hostgroups Após a criação dos diretórios inclui-se dentro do arquivo nagios.cfg os endereços de cada hostgroup conforme Figura 23: Figura 23: Configuração de diretórios no Nagios - SIMOVE

38 Figura 24: Configuração de diretórios no Nagios - STVV 38

39 39 Feito a inclusão dos diretórios dos hostgroups no nagios.cfg, agora há de se incluir dentro do arquivo templates.cfg a configuração de cada hostgroup. Conforme Figura 25: Figura 25: Exemplo de configuração de hostgroups do STVV dentro do arquivo templates.cfg

40 40 Figura 26: Exemplo de configuração de hostgroups do SIMOVE dentro do arquivo templates.cfg Tendo criado os diretórios, tendo incluído os endereços dos arquivos de houstgroups no nagios.cfg e tendo definidos os hostgroups no arquivo templates.cfg, deve-se agora realizar a inserção de cada host e serviço dentro do arquivo de hostgroup. Basicamente cada arquivo tem a seguinte configuração: Definição de host Definição de hostgroup e Definição de serviços. Para definição de host é necessário definir hostgroup o qual pertence no campo use, a identificação do host no campo host_name, o nome (alcunha) do host e seu endereço ip conforme Erro! Fonte de referência não encontrada.:

41 41 Figura 27: Configuração de host Para uma melhor compreensão da configuração inclui nos comentários informações que achei pertinente, como a quantidade de hosts, a abrangência de ips, em hostgroups com mais de 20 hosts, separei a cada 10 itens. Figura 28: Na definição de hostgroup inclui-se a identificação e um nome conforme Figura 28: Definição de hostgroup Na configuração de serviços inseriu-se os serviços que deverão ser monitorados nos hosts (Figura 29). Como se quer somente verificar se o dispositivo está operante, então habilitamos o ping, porém verificou-se a capacidade e uso disco rígido, o uso de memória RAM ou a porcentagem de utilização do processador, por exemplo. Estes últimos excelentes para gerenciamento de servidores. Para tanto fazse necessário a utilização do programa NSClient++ 10 nos hosts a serem gerenciados. 10

42 42 Figura 29: Definição de serviço Após isso há de se utilizar o PuTTY para acessar remotamente o servidor onde está o Nagios e realizar o teste de erro, para tanto faz-se necessário o comando /usr/local/nagios/bin/nagios -v /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg que fará uma verificação no arquivo nagios.cfg e suas dependências (Erick, 2011). Figura 30: Tela do programa PuTTY com o comando de verificação de erro do Nagios e comandos de reinicialização de serviços. Conforme exibido na figura acima, ao realizar o comando de verificação de erros do Nagios e o mesmo não encontrar erros e warnings deve-se reiniciar os serviços do Nagios e Apache com os comandos service nagios restart e service apache2 restart.

43 43 Nota-se no Nagios os hosts conectados, conforme Figura 31: Figura 31: Monitoramento do Nagios Figura 32: Tela inicial com Visão Geral de Monitoramento Tático (Tactical Monitoring Overview) Ao rodar o Nagios (Figura 32), agora exibe todos os dispositivos que monitora-se. Podendo verificar com detalhes os hosts, os serviços, hostgroups entre outros. Conforme Figura 33Figura 32 agora há uma verificação detalhada de cada dispositivo das redes do STVV e SIMOVE, podendo assim verificar sua operacionalidade.

44 44 Figura 33: Menu de visualização de monitoramento. Vê-se com detalhe o agrupamento por hosts, Figura 34: Figura 34: Menu: Detalhe de Host - Host Detail Nessa visualização organiza-se por: View Service Status Detail For All Host Groups View Status Overview For All Host Groups View Status Summary For All Host Groups

45 45 View Status Grid For All Host Groups Ao clicar em um host ele exibe informações mais detalhadas (Figura 35): Figura 35: Informação detalhada do host. Visualiza-se os serviços detalhadamente (Figura 36): Figura 36: Exibindo Detalhe de Serviço - Service Detail O detalhe de serviço pode ser visualizado também por: View History For all hosts View Notifications For All Hosts View Host Status Detail For All Hosts Também visualiza-se os dispositivos separados por seus locais, visualizando o Hostgroup Overview conforme Figura 37 Figura 38:

46 46 Figura 37: Visão geral do Hostgroup Overview - zoom mínimo para exibir o máximo de hostgroups possíveis.

47 47 Figura 38: Visão mais detalhada do Hostgroup Overview. Essas são as funcionalidades mais básicas do Nagios. Dos 525 hosts conectados na rede, verificamos problemas em 242, onde será vista mais a fundo na conclusão.

48 48 4. DIFICULDADES ENCONTRADAS 4.1 DIFICULDADES NA CONFIGURAÇÃO DA MÁQUINA VIRTUAL Primeira dificuldade foi a instalação da máquina virtual, pois o antivírus corporativo utilizado pela Infraero, Trend Micro OfficeScan não permite a gravação de dados da máquina virtual, sendo assim, a solução encontrada foi desabilitá-lo pelo tempo necessário à instalação, voltando assim a rodar logo após a configuração, esse problema persiste em qualquer configuração da máquina virtual que resulte em gravação em disco (salvar alterações). Ao configurar a Máquina virtual, quando incluiu-se a primeira vez os comutadores, ocorreu um conflito com a placa de rede física, ocasionando o erro NMI HARDWARE FAILURE, toda vez que eu conectava algum cabo de rede, ocorria esse erro. Ao consultar o site da Microsoft 11, foram encontradas duas possíveis soluções: reinstalar alguns drivers e realizar um chkdsk /f /r. Deixei mais de 24 horas rodando o chkdsk sendo que o mesmo parou em 27%. Ao reiniciar o computador ele sempre voltava novamente no chkdsk, até que cancelei o mesmo para que o computador reiniciasse normalmente. Atualizei os drivers da placa de rede, conforme orientado, também sem sucesso. Após muitas tentativas, decidi desinstalar todos os comutadores do HYPER-V, e ao fazer isso, conectando o cabo de rede não apresentou mais problemas, então percebi o conflito, reconfigurei as placas de redes físicas, configurei os comutadores, conforme as placas de rede, e após isso a máquina virtual ficou com a placa virtual conforme configurado, e o sistema host não apresentou mais problemas

49 DIFICULDADES COM THE DUDE Após diversas tentativas, essa ferramenta foi descartada, pois não se adequa à necessidade de separação de sub-redes. Apesar dos gráficos serem bons, com possibilidade de alterar ícones, porém em termos de relatórios não atendeu à necessidade. 4.3 DIFICULDADES COM NAGIOS Uma grande dificuldade foi a criação de dezenas de arquivos para cada grupo de hosts, tendo que a cada um definir cada host, ter que definir o serviço de maneira manual. O maior problema ao meu ver é que ao realizar a verificação por meio do comando no SSH, o Nagios não informa se todos os serviços estão atrelados aos hosts. Por exemplo, em um dos hostgroups eu defini em duplicidade o cerc-op08, não definindo o host cerc-op-10, porém no serviço estada definido para o item 10, o verificador somente identificou como warning a duplicidade de hosts, mas não detectou se todos os serviços estavam atrelados a hosts definidos. Dessa forma ao corrigir a duplicidade, excluí a definição de host. E o Nagios exibia 525 serviços e 524 hosts. Tive que verificar os serviços para ver os dispositivos, e percebi que pulava do cerc-op-09 ao cerc-op-11, então o que eu tinha excluído era na verdade, o host que copiei para alterar depois o número, porém não o fiz. Para evitar problemas com endereçamento e identificação errados eu utilizava a planilha aberta junto do Notepad++ para realizar a verificação enquanto fazia a inclusão. Conforme Figura 11 e Figura 12.

50 50 5. CONCLUSÕES O levantamento de requisito foi realizado via entrevista onde o encarregado informou suas necessidades. Esse levantamento serviu como base para identificação de problemas e a partir deste procurarmos a melhor solução, a qual foi identificada o Nagios, o que atendeu melhor tais necessidades. A Configuração da Máquina onde foi configurado o SNMP aconteceu a contento, o Nagios pôde alcançar seu objetivo. Para implantar a ferramenta SNMP foi realizado a implantação do recurso Hyper-V, que é bem intuitivo, não tendo problemas na instalação. Mas as placas de redes da máquina virtual montada para instalação do Nagios conflitaram com a placa real, porém após a detecção e correção do problema o Nagios pôde ser instalado e configurado, onde foram inseridos 525 hosts e um serviço para cada host nos arquivos de configuração Conforme proposto, o Nagios foi instalado e agora monitora as redes STVV e SIMOVE. Foram detectados 242 hosts com problemas, quase 50% dos dispositivos, porém, conforme informado pelo encarregado sr. Bruno, muitos desses dispositivos ainda não foram instalados. Como os switchs que distribuem as redes SIMOVE e STVV estão instalados em caixas externas, muitas vezes durante uma chuva de vento infiltra água na caixa, danificando o switch, deixando assim vários dispositivos inoperante. O objetivo primordial do Nagios que é o monitoramento de redes e seus dispositivos foi alcançado com êxito, pois agora há em tempo real a visualização da operação dos dispositivos.

51 51 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Debian - Software in the Public Interest, I. (2014). Debian. Fonte: Debian: https://www.debian.org/index.pt.html Erick. (23 de 03 de 2011). Encontrando erros no Nagios. Fonte: Viva O Linux: Kurose e Ross. (2006). Redes de Computadores e a Internet: Uma abordagem topdown. São Paulo: Pearson Addison Wesley. Marin, P. S. (2010). Cabeamento Estruturado - Desvendando cada passo: do projeto à instalação. São Paulo: Editora Érica Ltda. Nagios Enterprises, L. (2014). Nagios. Fonte: Nagios The Industry Standard In IT Infrastructure Monitoring: Notepad++ team. (s.d.). Notepad++ v Fonte: Notepad++ v6.7.1: SSH Communications Security Corp. (s.d.). SSH Secure File Transfer - Versão (Build 283). Fonte: Tanenbaum, A. S. (2003). Redes de Computadores - Quarta Edição. Amsterdan: Campus. Tathan, S. (s.d.). Fonte: PuTTY Release 0.63:

52 52 APÊNDICES E/OU ANEXOS 12 ANEXO 1 - Instalação Nagios - Debian 7 Wheezy - Sandro Barros Siqueira, Para não delongar demasiadamente, nos arquivos dos hostgroups inclui apenas os 10 primeiros hosts para exemplificar.

53 53

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